terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Leão descarta utilizar Luis Fabiano no clássico contra o Palmeiras

luis fabiano são paulo São caetano (Foto: Gaspar Nóbrega / Vipcomm) O departamento médico do São Paulo ainda corre contra o tempo para colocar Luis Fabiano em condições de disputar o clássico contra o Palmeiras, domingo, em Presidente Prudente. No entanto, o técnico Emerson Leão já perdeu as esperanças e não conta com o atacante para o confronto contra o rival.

O longo tempo afastado dos treinos com bola e a falta de ritmo de jogo ainda deixam o treinador receoso em utilizá-lo antes do momento ideal e atrapalhar o processo de recuperação.

O atacante não joga desde o dia 28 de janeiro, quando sofreu um estiramento na coxa direita, durante partida contra o São Caetano. Na última semana, ele chegou a fazer um trabalho no campo do CT, mas a reação não foi a esperada, e as dores voltaram. Por isso, Fabuloso não teve descanso no carnaval e faz trabalhos no Reffis diariamente desde a última semana.

- Sinceramente, não tenho esperanças. Ele não treinou com bola, ainda sente dor. O Luis vai ter que passar por um processo de autorrecuperação: chegar mais cedo e fazer reforço muscular, por causa da fibrose. Quem teve problema, tem que se cuidar sempre. Não vai precisar mandá-lo fazer, tem a necessidade de fazer. Isso vai ser bem explicado para ele – afirmou Leão.

Fabuloso inicia agora a quarta semana de recuperação da lesão. Há grande receio no Tricolor em estipular algum prazo para a volta do jogador aos treinos com bola e ao time titular, em razão do histórico de lesões recentes. Uma possível volta contra o Bragantino, nesta quarta-feira, já estava descartada. O médico José Sanchez ressalta que não quer liberar um jogador “mais ou menos” à comissão técnica e o atacante não treinará no campo enquanto as dores não cessarem totalmente.
 
- O treinador quer o atleta em condição de fazer tudo, não 95%. Ele se sente bem, correndo, mas especificamente em um movimento, quando força a abertura das pernas, ele se queixa de dor e desconforto, tem receio. Isso é suficiente para não treinar com o grupo, não posso liberá-lo mais ou menos – explicou Sanchez.


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